Saiba o que é e como funciona

O SIRAA (Sistema de Identificação e Registro de Animais da América Latina) é um banco de dados oficial, disponibilizado na internet e utilizado para o  cadastramento de animais.

Tem sua presença em vários países da América Latina, é um sistema gratuito e muito útil. Interessados podem solicitar mais informações na
Clínica Veterinária Santa Mônica.que será adotada também de forma natural no Brasil.

No início da implantação dos sistemas de identificação animal, os Estados Unidos, o Canadá e na Europa, o objetivo básico era o controle sanitário. Depois, foi adotado contra transporte ilegal de animais. Hoje, a identificação eletrônica é uma tendência mundial e que está em crescimento também, de forma natural, no Brasil.

A cinofilia brasileira, sem medo, já começou a adotar identificação eletrônica (microchip) e o cadastro no SIRAA, entendendo as vantagens do sistema utilizado em vários Países onde há dirigentes sérios e preocupados em oferecer a melhoria do plantel de animais.


Em São Paulo, A FECESP (Federação
de Cinofilia do Estado de São Paulo) já emitiu normativa para tornar obrigatório o uso de Microchip em cães.

Embora existam várias empresas fornecedoras desta tecnologia de identificação, a Clínica Veterinária Santa Mônica, através de pesquisas e informações do mercado nacional e internacional, elegeu a Partners and Quality Technology como sua parceira para fornecer toda a tecnologia (microchip, aplicador e leitoras) e prestar apoio e suporte técnico para o uso da tecnologia nos clientes da clínica. Agora, conheça um pouco mais sobre esta tecnologia e sobre a Partners and Quality Technology.

Partners and Quality Technology faz parte de um grupo multinacional que disponibiliza tecnologia de última geração, estando atualmente presente na Europa, América do Sul e África.

Através de vasta experiência internacional, oferece ao mercado a última geração em sistemas de identificação eletrônica, fornecendo equipamentos, apoio e suporte técnico.

No Brasil, esta tecnologia já foi adotada pela SUIPA, USP, Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, FECESP (Federação de Cinofilia do Estado de São Paulo) , ABCCMM, diversas prefeituras, IBAMA, entre outros.

O microchip possui um número exclusivo de 15 dígitos, de acordo com padrões e normas internacionais (ISO 11784 FDAM 1 e ISO 11785 FDAM 1). É do tamanho aproximado de um grão de arroz (12mmx2mm), considerado como um método de identificação eficiente, individual, permanente e inviolável.

IMPORTANTE: O Microchip Partners possui camada de produto antimigratório superior. ELE NÃO MIGRA!

O aplicador exclusivo da Partners

É o único que tem retorno automático do êmbolo e autonomia para até 500 aplicações, substituindo-se apenas a agulha que pode ser reutilizada até 10 vezes em alguns casos. A aplicação é totalmente indolor e para cada espécie de animal existe um local apropriado para a aplicação.
É um procedimento bastante simples.

O melhor leitor de microchip

É o modelo PA-RT100, líder de vendas em vários Países por ter formato anatômico, memória para 1.000 leituras, desligamento automático, ler vários tipos de microchip, ter excelente distância de leitura, ótima durabilidade, trabalhar em vários idiomas, e funciona com bateria de 9V recarregável. Não é simplesmente um leitor, mas também um coletor de dados, devido possuir memória. Acompanha cabo para ligar em computador, se necessário, e manuais de instruções.

Todos estes produtos são apresentados em embalagem individual, com etiquetas adesivas para atender as exigências das normas e padrões Internacionais, além de certificado de microchipagem, manuais e informações sobre a tecnologia.

O uso do microchip associado ao
SIRAA, possibilita aos proprietários de animais ter uma forma segura de identificação de seu animal. Caso este se perca e alguém o encontre, ao leva-lo à uma clinica veterinária, IBAMA, CCZ ou qualquer outro local que possua a leitora, o proprietário poderá ser imediatamente localizado. Em casos de roubo, a propriedade é facilmente comprovada. Aos CCZs é a garantia de que o animal será devolvido ao proprietário.

Aqui, disponibilizamos algumas perguntas e respostas sobre este assunto:


1) Por que a ClínicaVeterinária Santa Mônica adotou a tecnologia da PARTNERS?
R: Dentre as empresas pesquisadas do segmento, a PARTNERS ofereceu a solução adequada às necessidades da clínica bem como disponibiliza tecnologia totalmente dentro das normas internacionais e com produto antimigratório comprovado.

2) O que é transponder (Microchip)? Como ele é? Quais suas características principais?
R: Conhecido popularmente como Microchip, é um micro-circuito eletrônico constituído de um código exclusivo e inalterável, encapsulado em biovidro cirúrgico e, no caso do Microchip Partners, revestido de substância biocompatível antimigratória para uso em animais.

3) Por que adotar microchip para identificação dos animais?
R: O microchip é um método de identificação seguro, inviolável e permanente que garante a identificação do animal, facilitando o trabalho do veterinário, podendo ter acesso aos dados do animal na internet. Facilitar o resgate do cão caso ele se perca ou seja roubado, entre outras centenas de vantagens. O microchip serve como um atestado de que um determinado cão seja mesmo o cão em questão. Em vários Países é obrigatório o uso deste método para identificar todos os animais de estimação/companhia. É uma tendência natural que só traz benefícios ao segmento e à população em geral.

4) Qual o tamanho ideal do microchip para uso em cães?
R: O menor deles é do tamanho aproximado de um grão de arroz, medindo 12mm x 2mm. Não há, até o momento, microchip menor de 12x2mm aprovado para uso em animais.

5) Qual é a durabilidade do microchip?
R: O microchip não possui bateria e fica inativo a maior parte do tempo, sendo energizado apenas quando recebe um sinal enviado pela leitora. Após a aplicação, permanece com o animal por toda sua vida. Fornece seu número exclusivo toda vez que for "scaneado" pela leitora, enviando seu código que é mostrado no visor desta, sendo possível o envio da informação para um computador. Como o microchip não contém bateria, não há nada para se desgastar. Sua durabilidade é o tempo em que o biovidro demora em se decompor, ou seja, mais de 100 anos.

6) Por que usar somente microchip e leitoras dentro das normas internacionais ISSO 11784 e ISSO 11785?
R: Estas normas internacionais foram desenvolvidas para regulamentar o uso de microchip em animais, determinando o tipo, controlando a numeração exclusiva do microchip e para possibilitar que o animal seja identificado em qualquer lugar do mundo através da leitura do microchip por qualquer leitora dentro das normas.

7) Como é feita a aplicação do microchip no animal?
R: Seu pequeno tamanho e forma permitem que sejam injetados no animal com uma seringa especial parecido aos aplicadores de vacinas, sendo a aplicação indolor. Resumidamente, os passos para implantação são os seguintes:
          1. Scaneie o animal para checar se não há nenhum microchip já implantado;
          2. Scaneie o microchip para verificar se o número está correto
          3. O microchip deve ser aplicado no dorso entre as escápulas
          4. Use a mão para sentir o local da implantação
          5. Desinfete a pele no local de implantação usando algodão saturado em álcool
          6. Com uma das mãos, levante a pele do animal no local da implantação
          7. Insira a agulha a um anglo de 45°C com o êmbolo da seringa para cima
          8. Rapidamente, empurre até o final o êmbolo da seringa e retire a agulha
          9. Scaneie a área para assegurar que o microchip pode ser lido.

8) Quem poderá fazer a aplicação do Microchip?
R: A aplicação do microchip deve ser feita exclusivamente por Médico Veterinário devidamente credenciado, que poderá a seu critério cadastrar mais profissionais.

9) A aplicação de microchip fere o animal?
R: Embora a agulha do aplicador de microchip tenha o diâmetro um pouco maior do que uma agulha de aplicador de vacina, os animais reagem da mesma maneira, sendo o procedimento indolor. O microchip é completamente biocompatível e inofensivo à saúde do animal.

10) O animal deve ser sedado para receber o microchip?
R: Não! Injetar microchip é um procedimento igual a aplicação de uma injeção comum. Anestesiar o animal não é requerido e não é recomendado.

11) É possível que o animal seja alérgico ao microchip?
R: O microchip é inerte, liso e biocompativel. Não há virtualmente nenhuma possibilidade de desenvolver processo alérgico ou de rejeição do microchip após corretamente injetado no animal.

12) O microchip pode mover-se dentro do corpo do animal?
R: Quando implantado corretamente e se utilizado microchip com produto de camada antimigratória, uma pequena camada de tecido conexivo se forma em torno do microchip, impedindo a migração do mesmo.

13) Qual é a melhor idade para aplicar o microchip em cães?
R: A aplicação pode ser feita já no 10º dia de vida, mas em regra geral é aplicado juntamente com a terceira dose da vacina Múltipla, ou seja, aos 3 meses de idade.

14) É possível cadastrar no banco de dados da cinofilia oficial, animais que já possuem microchip? É permitida a entrada no sistema de animais que nasceram antes da data da obrigatoriedade?
R: Sim. Não só é permitido como é recomendado. Qualquer animal com registro oficial pode entrar no cadastro e ser identificado com microchip.

15) Onde é possível encontrar mais informações sobre a tecnologia?
R: Em vários sites na internet é possível encontrar informações interessantes sobre a tecnologia e seu uso no Brasil e no mundo. Basta entrar em algum site de busca e procurar por "microchip animal", por exemplo.

Estas questões foram extraídas do site da FECESP   - Federação de Cinofilia do Estado de São Paulo

Desenvolvido por Carlini Serviços e Projetos